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Campo Grande,07/04/2026

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Conselho de Ética da Câmara retoma análise de duas representações contra deputado Marcos Pollon


Conselho de Ética da Câmara retoma análise de duas representações contra deputado Marcos Pollon Deputado federal Marcos Pollon (PL-MS).

Nesta terça-feira (7), duas representações contra o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) voltam à pauta do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, em Brasília. Os processos analisam a conduta do parlamentar em manifestações favoráveis à anistia dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

Em 17 de março, o conselho chegou a analisar as representações, mas os processos foram retirados de pauta.

Em resposta às representações, Pollon defendeu seus posicionamentos. "Nós precisamos encerrar esse capítulo triste da política brasileira, que quer punir parlamentares por fazer o seu trabalho. Não fizemos nada de errado. Simplesmente não desistimos dos reféns do 8 de janeiro", afirmou.

Retirada de pauta teve voto contra

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) votou contra a retirada de pauta das representações contra Pollon. Na ocasião, ele criticou a decisão do colegiado, afirmando que o grupo "não parece disposto a zelar pela ética e o decoro parlamentar". "Não vi os argumentos para isso, nem os argumentos a gente vai trazer?", questionou.

Após a aprovação da retirada e o adiamento da análise, Pollon comemorou nas redes sociais. "Hoje, na reunião da Comissão de Ética, conseguimos retirar de pauta o relatório que tentava nos punir", escreveu. Ele acrescentou que os processos ficariam suspensos por algumas semanas: "O processo foi suspenso e não haverá votação agora, pelo menos até o início de abril."

Os dois episódios investigados

As representações contra o deputado baseiam-se em dois episódios distintos:

  1. A ocupação da mesa diretora da Câmara, realizada em conjunto com os deputados Zé Trovão (PL-SC) e Marcel van Hattem (Novo-RS), com o objetivo de pressionar a presidência da Casa a pautar o projeto de anistia.

  2. Um discurso proferido por Pollon durante ato público em Campo Grande, no qual ele teria feito ofensas ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos).

Argumentos de defesa

Em sua defesa, Marcos Pollon sustenta que suas ações estão amparadas pela imunidade parlamentar e pelo direito à livre manifestação do pensamento. O deputado afirma que buscou questionar o que classifica como injustiças e as condições de detenção dos manifestantes presos, relatando episódios de negligência e violações de direitos no sistema prisional.




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