Tereza Cristina atribui ao agronegócio o “salvamento” do PIB de 2025 e critica governo Lula
Senadora Tereza Cristina exaltou agro e criticou postura do governo Lula na economia. Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar que o PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2025 — o menor desempenho em cinco anos —, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), atribuiu o resultado positivo principalmente ao agronegócio.
Em nota divulgada, a parlamentar destacou: “Crescemos 11,7% em 2025 com alta produtividade na agricultura e força da pecuária, salvando o PIB”. Ela enfatizou que o setor foi o motor da economia, apesar das dificuldades enfrentadas.
Tereza Cristina aproveitou para criticar o governo Lula: “O governo Lula 3 não reconhece as conquistas do produtor rural e insiste em atrapalhar. A gastança impõe juros altos que sufocam o país, prejudicando até o trabalho do Banco Central em controlar a inflação. Faltam políticas públicas sérias de crédito e seguro rural”.
A senadora concluiu defendendo mudanças: “Com responsabilidade fiscal e juros menores, cresceríamos muito mais, de maneira sustentável. O agro está pronto e responde. Falta o governo fazer sua parte”.
Paralelamente, no final de fevereiro, Tereza Cristina lançou em Brasília o Instituto Diálogos, uma organização apartidária que reúne oito empresas de diferentes setores econômicos. O objetivo é promover debates sobre temas como agronegócio, geoeconomia, produtividade, mercado de trabalho, previdência e infraestrutura.
Durante a coletiva de lançamento, a senadora descreveu o projeto como um “sonho antigo” nascido da “indignação” pela falta de espaços de discussão sem partidarismo ou ideologias. “É uma mesa de debate pensando no que o Brasil precisa para melhorar”, afirmou.
No evento, ela também apontou desafios regionais, como a escassez de mão de obra em estados como Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Bahia. “Mato Grosso do Sul hoje tem pleno emprego e precisa trazer gente de outros lugares para trabalhar”, destacou, reforçando que o foco principal do instituto é debater a geoeconomia e propostas para o desenvolvimento sustentável do país.



COMENTÁRIOS