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Campo Grande,21/02/2026

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PL projeta conquistar 33 cadeiras no Senado e mira maioria absoluta em 2026


PL projeta conquistar 33 cadeiras no Senado e mira maioria absoluta em 2026 PL quer fortalecer ainda mais a direita no Senado Federal.

A executiva nacional do PL divulgou nesta semana uma meta ambiciosa para as eleições gerais de outubro: conquistar 33 novas vagas no Senado Federal e alcançar, a partir de 2027, um total de 49 senadores — somando os 16 parlamentares da legenda que já possuem mandato até 2030.

O objetivo é garantir a maioria absoluta na Câmara Alta. Para isso, as lideranças bolsonaristas já traçaram uma estratégia detalhada. Pelos cálculos do partido, os 33 novos senadores seriam obtidos com a conquista das duas vagas em disputa em Mato Grosso do Sul, Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Rio de Janeiro, além de vitórias totais em estados como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia e Tocantins.

A legenda também espera garantir ao menos uma vaga no Senado em Alagoas, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Dirigentes do PL explicam que a projeção passará por atualizações em duas etapas: a primeira em abril, após o fim da janela partidária, e a segunda depois das convenções que oficializarão as candidaturas.

Para que o plano se concretize, no entanto, o partido precisará não apenas convencer os eleitores das 20 unidades da federação listadas, mas também abrir mão de alianças com outras siglas. Isso porque, para disputar as duas vagas ao Senado, o PL terá que lançar chapas puras nesses estados.

Cenário em Mato Grosso do Sul

No estado, o presidente estadual do PL, ex-governador Reinaldo Azambuja, preferiu não comentar os planos da executiva nacional, mas mantém a estratégia já definida: uma das vagas ao Senado será ocupada por ele, e a segunda será definida por pesquisas de intenção de voto entre os atuais pré-candidatos.

Levantamentos realizados até o ano passado indicam que o ex-deputado estadual Capitão Contar lidera a disputa interna, à frente do deputado federal Marcos Pollon e da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira.

Caso Azambuja e Contar sejam confirmados na convenção estadual, a chapa pura do PL terá pela frente desafios importantes. O principal deles é o senador Nelsinho Trad (PSD), que aparece tecnicamente empatado com ambos nas pesquisas. Será necessário também que o PP, da senadora Tereza Cristina, não lance a pré-candidatura do deputado estadual Gerson Claro ao Senado, e que os demais concorrentes — como o deputado federal Vander Loubet (PT) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos) — mantenham baixa pontuação nas intenções de voto.

Um fator favorável ao PL é o provável deslocamento da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), para a disputa ao Senado por São Paulo. Caso permanecesse em Mato Grosso do Sul, Tebet, que vinha pontuando bem nas pesquisas, poderia complicar significativamente os planos da legenda.




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